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Teologia (104)

Sobre a necessidade de uma fé mais profunda

Deve-se, desde o início, falar da necessidade de uma fé mais profunda, por causa dos perigos provindos de erros gravíssimos, atualmente espalhados pelo mundo, e por causa da insuficiência dos remédios a que freqüentemente recorremos contra eles.
 

A relação entre estudo teológico e vida interior

Costuma-se separar demais o estudo da vida interior, e não se observa o bastante a belíssima gradação que se encontra no cap. 48 da Regra de São Bento: “lectio, cogitatio, studium, meditatio, oratio, contemplatio”. Santo Tomás, que recebeu sua primeira formação dos beneditinos, conservou esta gradação admirável na sua Suma Teológica, no lugar onde trata da vida contemplativa (IIa. IIae. q. 180, a. 3).
 

A missão excepcional de José

Coube a São João Batista a missão de anunciar a vinda imediata do Messias. Pode-se pois dizer que ele foi o maior dos precursores de Jesus no Antigo Testamento. É assim que Santo Tomás entende a palavra de Jesus em São Mateus (11, 11): "Em verdade, vos digo, entre os nascidos de mulheres não surgiu alguém maior do que João Batista".
 

Para a inteligência do Dogma da Providência

 

Nos longos anos em que estudamos o dogma da Providência e aquele da Predestinação, buscamos sobretudo os princípios revelados que tais dogmas supõem. Por um lado, é certo que Deus é o autor de todo bem: “Que tens tu que não tenhas recebido?” (1 Cor 4,7). Por outro, Deus não é a causa do pecado, mas o permite, e mais, “Deus não ordena jamais o impossível", porém, ao dar-nos alguns preceitos, Ele nos adverte fazer o que podemos, pedir-lhe o que não podemos; e concede-nos Sua graça para que o possamos. É o que diz Santo Agostinho (De natura et gratia, c. 43, n. 50. M. L. 44, 271), confirmado pelo Concílio de Trento (Denzinger, 804).
 

O discernimento de espíritos

1. Que significa espírito nesta expressão ? Significa uma maneira especial de julgar, amar, querer, agir; uma tendência ou mentalidade particular da alma, por exemplo, uma inclinação à oração, à penitência ou, ao invés, à contradição; é desse modo que falamos de um espírito de contradição ou ainda, de insubordinação.
 
2. Como classificamos na espiritualidade os diversos espíritos? Classificamos geralmente em três tipos de espíritos: o divino, o diabólico e o humano.
 

Dos pecados que se devem evitar, suas raízes e conseqüências.

Como ensina São Gregório Magno e, depois dele, Santo Tomás, os pecados capitais de vanglória ou vaidade, preguiça, inveja, ira, gula e luxúria não são os mais graves de todos, pois maiores são os de heresia, apostasia, desesperação e de ódio a Deus; mas são os primeiros a que se inclina nosso coração, levando-nos a nos afastar de Deus e a cometer outras faltas ainda mais graves. O homem não chega à perversão absoluta de uma vez, mas pouco a pouco. Examinemos primeiro, em si mesma, a raiz dos sete pecados capitais. Todos eles se originam no amor desordenado de si mesmo ou egoísmo, que nos impede de amar a Deus sobre todas as coisas e inclina a nos apartarmos dele. É evidente que pecamos, i. e., que nos desviamos de Deus e nos afastamos dele cada vez que tendemos para um bem criado, indo contra a vontade divina.

A vida de Cristo em nós, enquanto Cabeça da Igreja - seu aspecto espiritual

Trataremos:
  
1. O Testemunho de Cristo e de São Paulo
2. Que é, em linhas gerais, a vida de Cristo em nós;
3. Conseqüências práticas e aplicação às diversas virtudes em particular.
 

Os direitos divinos que Jesus se atribuiu

Jesus se atribuiu os sete principais privilégios que só podem pertencer a Deus.
 

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