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CAMPANHA DE ROSÁRIOS PELAS ELEIÇÕES

 

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Category: Gustavo CorçãoConteúdo sindicalizado

A irrepreensível Providência

De todas as coisas duras e difíceis que Deus nos propõe no grande torneio de amor — o dogma de Seu Corpo, a porta estreita de Seu reino, a imitação de Sua cruz — nenhuma é tão árdua e tão desconcertante como a compreensão e a aceitação de Seu governo no mundo.

A Semana Santa

Editorial da Permanência

  

A comemoração litúrgica da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, que na dor consumou nosso resgate, é uma lição repetida, é uma sabatina dos dois lados essenciais de nossa vida: o lado Cruz em que Nosso Senhor assumiu todas as nossas dores, convidando-nos a assim nos associarmos à sua obra, e descarregou com seu sangue a tensão de inimizade entre o homem e Deus; o lado Ressurreição com que ultrapassa tudo quanto poderíamos desejar. Para descrever o contraste da obra redentora São Paulo nos diz que “onde abundou o pecado superabundou a graça”, de onde poderíamos tirar várias conclusões de júbilo transbordante: onde abundaram tristeza e lágrima, superabundou a alegria. Ainda vemos essa alegria da Glória no lumem fidei, na lamparina da Fé que nos mostra tudo em sinais enigmas; mas um dia, se não opusermos a nossa vontade à vontade de Deus, veremos tudo o que estava escondido, e tudo resplandecerá no lumem Gloriæ.

 

O espírito de Quaresma

A Igreja nos desdobra o maravilhoso panorama das várias lições que vitalmente interessam, ou deviam interessar aos seus filhos, e assim reaviva nas várias estações do ano litúrgico certas noções que deveriam ser companheiras de todos os passos de nossa vida. Assim é a Quaresma. Segundo ensina nosso pai São Bento, a vida inteira do monge deveria ser uma quaresma ininterrupta.

O Século do Nada — Introdução 2ª parte

O episódio do Centro Dom Vital, que só se esclarecerá no dia do Juízo, desviou-nos da história que vínhamos contando — a história da infiltração no Brasil que colocou os comunistas no poder até o inacreditável desenlace, em 1964. Já contei essa história mais de uma vez com o título de Lembrança de um Pesadelo e de um Milagre, e não resisto ao prazer de inseri-la nesta Introdução, que já ameaça tomar o livro todo. Ei-la:

O Século do Nada — Introdução

Comecei hoje. Começo agora, nestas linhas, um livro com que venho sonhando há mais de quatro anos e que agora, depois de muitas hesitações, resolvi começar, mas logo pressenti que este livro, como todos os que quis escrever e escrevi, e como os milhares que não escrevi, está rigorosamente acima de minhas forças.

O alcázar de Toledo

Nos dias de abril e maio que andei pelo Velho Mundo, vi muita coisa que me encheu os olhos e a alma de admiração. Não discorda Platão das Sagradas Escrituras, quando diz que a admiração é o princípio da sabedoria, porque o temor filial, segundo São Gregório e Santo Tomás, é um estremecimento da alma agradecimento que permanece e resplandece no céu. Torno a dizer: vi muita coisa que me encheu os pulmões da alma de gratidão e admiração.

O mito de Guernica

Em artigo anterior referi-me a um sensacional estudo do professor Jeffrey Hart publicado em National Review de janeiro de 1973 com o título "The Great Guernica Fraud", no qual se vê que o famoso bombardeio de Guernica não houve. Simplesmente, não houve. E o famosíssimo quadro com que Picasso impingiu a todo o mundo a impostura, passa a ser um quadro comemorativo de um brutal feito de guerra que não houve.

Falsificações da História

A história em todos os tempos tem mais nódoas do que brancuras, ou mais buracos do que queijo, como o suíço; mas pode-se dizer que a mais falsificada das histórias é justamente a dos anos em que o mundo dispõe do aparatoso instrumental de comunicações, com que tanto se empolgam hoje os religiosos.

Concepção romântica e realista do amor

Quando a pedagogia católica nos ensina que o fim primário do casamento é a prole, e que daí se deduz a indissolubilidade do vínculo, temos geralmente uma impressão penosa. Parece-nos biológico demais o raciocínio que começa por considerar a natureza genérica do homem. Parece-nos que a prole, apresentada severamente pelo Código de Direito Canônico como fim primário do casamento é uma exigência da espécie, heterogênea com a experiência do amor que é personalíssima.

O casamento e a moral segundo Bertrand Russell

No quinto capítulo do livro escrito sobre casamento e moral, Bertrand Russell faz da ética cristã um resumo que, por sua singularidade e pela importância do autor, merece um comentário. Começa por dizer: "O Cristianismo, e mais particularmente São Paulo, introduziu um ponto de vista inteiramente novo sobre o casamento, pelo qual o casamento não existe primeiramente para a procriação, mas para evitar o pecado da fornicação".

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