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CAMPANHA DE ROSÁRIOS PELAS ELEIÇÕES

 

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Category: Gustavo CorçãoConteúdo sindicalizado

Vem e segue-Me

Parte destas linhas já foram publicadas; posso mesmo dizer que elas giram em torno de uma idéia insistentemente transmitida há 30 anos de pregação, ensino e polêmica. Giram em torno do PRECEITO de ouro que Jesus nos deixou nestas palavras: Vem e Segue-me.

O espantalho

Todas as grandes almas semeadas por Deus nestes vinte séculos de cristianismo e que a Igreja nos oferece como exemplos do Exemplo perfeito deixaram-nos, por atos e palavras, a mesma doutrina de santificação pregada por Jesus. A doutrina do Sangue. A doutrina da Cruz.

O descobrimento da Santa Cruz

“Depois, o Celebrante sobe os degraus do altar pelo lado da Epístola, e descobre o braço direito... e em tom mais alto canta pela segunda vez o Ecce lignum Crucis...” E pode-se dizer que esta cerimônia do descobrimento da Santa Cruz resume bem a notícia central da liturgia da Semana Santa.

 

E o mundo?

E o mundo? Que rumo tomará esse monstro de complexidade e de diversidade, que rosna em todos os tons a vanglória de suas conquistas, para logo, em todos os timbres gemer as misérias das mesmíssimas glórias; e o mundo? o mundo?

No limiar da Semana Santa

Ainda uma vez estamos nós, caro leitor, enquanto por aqui andamos, no limiar da Semana das semanas, a Semana Santa, onde a alma antes de se rejubilar com os hinos da Ressurreição, contempla e sofre a Paixão do seu Senhor.

 

A primeira missa

Todos que possuem rudimentos de iniciação da Sagrada doutrina sabem que foi na Quinta-feira Santa, véspera de sua morte na cruz, que o Cristo Nosso Senhor instituiu o sacramento da Eucaristia (Mt. XXVI, 20-25); (Mc. XIV, 17-21); (Luc. XXII, 14-20); (Jo. XIII, 18-30) e (1 Cor. XI, 23-26).

Quinta-feira Santa

A vida cristã vista com os critérios do mundo parece um disparate; e quanto mais perto seguirmos as pegadas de nosso Salvador mais bem fundada parece a exclamação do Apóstolo: — “Escândalo para os judeus, loucura para os gentios.”

 

Quinta-feira Santa!

“Nós, porém, nos gloriamos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, nossa salvação, nossa vida e nossa ressurreição...” (Gal. VI, 14). Estas palavras do Apóstolo Paulo, que estão no Intróito da Missa de hoje, dão-nos o diapasão, o fundamental para afinação de todos os muitos movimentos de nossa alma.

Marcos da eternidade

No torvelinho das horas e dos dias convém considerarmos, vez por outra, os marcos imóveis, os sinais da eternidade.

A mesa e a cruz

 

À primeira vista parece que não precisa da especial comemoração da Quinta-feira Santa quem todos os dias se acerca da Mesa do Senhor com a familiaridade da doce monotonia. Precisa tanto e talvez mais do que os menos assíduos. A vida religiosa é principalmente trabalho de Deus em nós, mas também é, logo depois, trabalho nosso, colaboração de obediência que consiste, principalmente, em nos desnaturalizarmos deste velho mundo cuja figura vai passando, para nos sobrenaturalizarmos no mundo novo, na única verdadeira e eterna novidade que Jesus nos trouxe. Daí a necessidade de uma contínua e monótona perseverança combinada com a singularidade dos atos extraordinários; ou daí a necessidade de certos choques, de excepcionais descargas para quem já vive aquela perseverança.
 
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