O LIBERALISMO É PECADO

Dom Felix Sardá y Salvany

 

Nota editorial

Poucos livros tem sido escrito na Espanha de um século até hoje que tanta popularidade alcançaram como O Liberalismo é Pecado, cuja nova edição tem em mãos o leitor. A primeira apareceu nos fins do ano 1884.

Houve traduções em catalão, basco, e nos principais idiomas europeus.

Edição Limitada.

Por subscrição nacional foi impressa uma edição poliglota, em oito línguas, incluída a latina e a castelhana. Todas as versões foram feitas por Padres da Companhia de Jesus.

Que não se tratou de um fogo de palha o demonstra o fato de que continuam à venda as edições francesa e italiana, que se esgotou uma edição madrilena posterior a guerra civil espanhola, e que acaba de aparecer outra, ainda que da obra resumida, na República Argentina.

A obra manuscrita foi previamente submetida à censura de esclarecidas personalidades e à do célebre pe. Valentín Casajuana, da Companhia de Jesus, professor em Roma. Uma vez publicada, valeu a seu autor as aprovações mais altas expressas da Igreja, e os encômios mais excelentes de seus superiores. A Sagrada Congregação Romana do Índice submeteu “O Liberalismo é Pecado” aos mais diligentes exames e deu um veredicto sumamente laudatório, ao passo que desautorizava o folheto do cônego de Vichy, D. de Pazos, que se queria uma refutação da obra de Sardá. O Papa Leão XIII em pessoa quis formar um juízo do livro e o leu na versão italiana que foi impresso para Sua Santidade. O deu também a seu irmão, o Cardeal Pecci, para que lesse, e ambos formaram dele o mais favorável conceito.Os prelados do Equador fizeram sua a doutrina da obra em Pastoral coletiva que figura em várias de suas edições. Os católicos espanhóis ofertaram a Sardá y Salvany uma pena de ouro como homenagem nacional.

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