Jackson de Figueiredo foi uma das fortes e brilhantes personalidades que constituem especial categoria de católicos brasileiros, em tudo distantes da vulgaridade perversa dos progressistas de nossos dias. Pode-se traçar uma linha dinástica ilustre, inteligente, batalhadora e fiel que liga por cima do tempo um Visconde de Cairu a um Carlos de Laet e vincula Jackson de Figueiredo a Gustavo Corção. Jackson foi o fundador do Centro Dom Vital, de onde saíram Gustavo Corção e vários amigos para fundar Permanência em 1968.
A Redação
CRISTIANISMO
E POESIA[1]
Jackson de Figueiredo
“A
tradição cristã aceita Orfeu como um dos símbolos do Cristo”[2],
e o canto foi, desde os primeiros tempos do Cristianismo, a linguagem preferida
do homem, que imitava os anjos do céu. E não podia ser de outra forma desde
que, com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, surgira o novo homem, com
mais luz nos olhos e por conseguinte mais amor no coração. Pode-se dizer que
se havia, propriamente, inaugurado o reino da prece, ou, pelo menos, ela tinha
tomado proporções tão grandiosas como jamais se concebera. O Filho de Deus
descera à terra e demonstrara, pelo exemplo de seu sacrifício, o grande valor
que tem a vida do homem aos olhos de seu Pai.
Desde
então se sentia o homem em relação mais direta com o próprio céu, e a
prece, desse outro plano de existência, a que subira, deixara de ser sinal de
respeito e adoração unicamente, para ser também palavra amorosa; podia ser
mais suavemente dita e mais claramente ouvida, tornar-se um colóquio mais
intimo, mais confiante, com a Divindade.
Como
não elevar-se também a poesia numa alma assim, como que criada de novo, tendo
aos olhos um mundo novo a conquistar?
“O
lirismo na sua mais alta concepção pode-se definir como a prece: é uma elevação
da alma para Deus.”[3]
E
a poesia, ajustando-se à definição platônica, quando poderia irmanar-se com
tanta força à prece como após o drama do Calvário? A dúvida humana não
fora ali desiludida de si mesma? Não tocara as feridas que ela própria e a
maldade tinham feito na humanidade de que se revestira o Criador dos mundos? A
missão providencial da sua inteligência não foi ali, aos pés daquela Cruz,
que ao homem se revelou na plenitude de uma luz
descida do mais profundo mistério?
“Guarda,
e guarda único da retidão natural, único capaz, com efeito, de disciplinar,
sem destruir, as forças vivas do homem, como não atuar o Cristianismo em benefício
da palavra literária, a qual jorra da conjugação mesma de todas essas forças?
O Cristianismo mantém as potências humanas em sua harmoniosa atividade; já
assim fica dito o que lhe pode dever a palavra literária. Se o pagão se
conserva como nosso modelo pelo que imprimiu de força e ordem nas suas obras,
conservando por isto mesmo algo de retidão, nisto reconhecemos, por um lado, o
testemunho da alma naturalmente cristã, e de direito o fazemos porque o
Cristianismo admite, depura, assegura e consagra tudo quanto de beleza real tem
a musa profana.”[4]
Se
o sangue do Cordeiro curara a cegueira do indivíduo, foi porque a sociedade
humana tomara, aos olhos deste, aspecto inesperado: foi esta a prova do milagre.
A transmutação de todos os valores sociais se opera tão vivamente, que uma
alma só não poderia ficar impassível ante a deslumbradora aurora que, a
surgir dentre as ruínas de um mundo, e vinda de outro mundo, rompia as nuvens
do imenso crepúsculo do paganismo.
Um
autor pouco cristão disse uma vez que o santuário dos templos é o verdadeiro
berço da poesia.[5]
Ora,
o Cristianismo sagrou a morada do homem e dela fez um só Templo grandioso; não
despedaçaria nas mãos dos crentes a lira que se lhe consagrava. Antes, abençoou-a,
e aos poetas do mundo novo ensinou a linguagem vibrante dos Apóstolos.
A
poesia se faz então “um meio de glorificar a Deus, uma forma da prece”[6],
e deixa, tanto quanto a ação daqueles homens, ver bem claro que a velha
sociedade tinha de desaparecer, arrojada da terra pela onda do novo espírito,
que fazia assim visível, palpável quase, uma divisão entre o tempo, que
passara, obscuro e sinistro, às vezes, e a eternidade, que a fé revelava,
imperativa, vitoriosamente. Porque, se o pagão vivera para o tempo, o cristão
é o homem que vive para a eternidade.
O
certo é que o ser essencialmente religioso que é o homem —
e
que até então como que se achava desterrado de si mesmo —
entrara
de novo na plena posse da sua natureza e da sua essência. Degradado pela queda,
afastado cada vez mais pela força das suas paixões, das verdades reveladas
pelo Deus criador e ordenador, só um pugilo de eleitos, a raça de Abraão,
tinha noção clara do seu destino religioso, e a arte fora, até à suprema
revelação do Calvário, o alimento mais puro da consciência humana em geral,
sem que jamais, entretanto, pudesse satisfazê-la, porque, além do belo, a
consciência deseja o bem, a Verdade, enfim, o bem e o belo no máximo esplendor
da sua harmonia.
São
de Ernest Hello estas profundas verdades: “Uma recordação ainda viva da
unidade primordial domina a alta Antiguidade. A religião e a arte estão
inteiramente unidas na vida dos primeiros homens. A religião e a arte vivem do
mesmo ar, ambas coloridas pelos mesmos longínquos reflexos, ambas desonradas
pelas mesmas torpezas.
“Entretanto
a arte é mais fiel que a religião. Esta guarda dos fatos o que eles têm de
falso, e se faz idolatria. A arte mantém-se mais perto da origem, mais perto do
espírito, da tradição. Fala a religião de Júpiter, a arte de Prometeu.
Dobra-se a religião aos instintos, aos erros, às paixões de cada cidade e de
cada indivíduo. A arte conserva-se mais universal. A religião diverte o pagão
com faunos e sátiros. Mantém-se a arte como que à parte, menos infiel à dor
antiga e à antiga esperança da humanidade.
“É
a religião mais degradada pelos caprichos do homem; a arte menos distante do
coração.
“Ésquilo
está mais em relação com a arte, Eurípides com a religião.
“A
religião antiga excita as paixões. A arte é mais afligida e ferida por elas
que propriamente dominada. O paganismo ri com um riso ignóbil. A arte conserva
uma certa tristeza imperfeita mas nobre. É o refúgio das lágrimas do
homem.”[7]
Que
é, porém, o Cristianismo senão a luz do céu que esclarece a tristeza do
homem, e diz: —
Nela
persistes, porque erraste, mas certo de que dentro dela conquistarás a
Que
fez ele senão dar a divina significação das nossas lágrimas?
Foi
assim, legitimamente, que a arte, “refúgio das lágrimas do homem”, também
mergulhou nessa luz do eterno dia, que despontava.
Salva
e até revigorada na sua essência, perdera, não resta dúvida, a riqueza das
formas exteriores, que o paganismo lhe dera. Lentamente, porém, com segurança,
o Cristianismo, que, antes do mais, busca
acender o bem no coração dos homens, vai dotando-a de outras formas,
vestindo-a do seu gênio prático, amoldando-a ao gênero de ação que requer a
humanidade salva pelo batismo... Não lhe foi difícil achar os sinais meio
apagados de uma tradição poética, que a arte propriamente cristã deveria
também redimir. A poesia do Velho Testamento já se poderia chamar de poesia
cristã, pois a realização das profecias também lhe dava, com o vigor da
sublime verdade que se impunha, sabor de novidade, e, quando Santo Ambrósio
introduziu no Ocidente o uso dos hinos durante o ofício público,[8]
já no Oriente ele era universal entre os cristãos[9].
É
não
só as Escrituras seriam origem dessa poesia cristã. Conta-nos Eusébio que no
segundo século, tendo ensinado Ártemon que Jesus Cristo era apenas um homem,
foi combatido por um escritor católico que, para refutar, lhe alegou a fé da
Igreja contida em certos hinos compostos em época vizinha do Cristianismo.[10]
E
tão notável é o desenvolvimento da poesia cristã, desde os primeiros séculos
paralelo, como nota Bayle,[11]
ao da arquitetura, que foi um poema, a História Evangélica de
Juvenco, a primeira concordância que tiveram os cristãos dos quatro
evangelhos.[12]
E não mentirá quem disser poder-se provar que a Igreja jamais se desviou
da primitiva fé e sempre teve os mesmos dogmas, só com as citações tiradas
dos poetas da primeira época da poesia cristã, que vai até o sexto século[13].
Também
não seria difícil mostrar como o sobrenaturalismo cristão criou causas
segundas, naturais, de uma bem maior importância para a arte, em geral, e para
a poesia, em particular, na vida dos povos. De fato, como faz observar Ozanam,
mediam-se ainda duas civilizações, a cristã e a dos pagãos, quando os bárbaros
forçavam as portas do império. Mas uma invasão mais poderosa, de conseqüências
muito mais importantes, já despedaçara todas as linhas delimitadoras no quadro
da antiga ordem social. O Cristianismo elevara de nível a grande maioria dos
homens, igualando na ordem do espírito pobres e ricos; pondo aqueles talvez
ainda mais alto na ordem da caridade. “É
esta
invasão dos deserdados do mundo antigo, aqueles que a sociedade desprezava,
que, a meu ver, prepara, antecede e ultrapassa muito, nas suas proporções”,
diz
o grande historiador,
“a
invasão dos bárbaros. É ela que já
fez
maior o auditório a que se dirigirá a palavra humana e que, por conseqüência,
renovou a inspiração das letras.”[14]
Ozanam
mostra como a literatura cristã conquistou, por assim dizer, uma língua, e o
que há de espantoso no caso é ser a língua conquistada o latim, “Cette
vieille langue païenne que gardait les noms de ses trente mille dieux, cette
langue souillée des impuretés de Pétrone et de Martial.”
A
princípio “nada parece menos capaz de transmitir as idéias cristãs que essa
velha língua latina, que, na sua primitiva aspereza, só parecia feita para a
guerra, a agricultura e os processos”.[15]
Mas já a invasão dos costumes gregos a alterara no sentido das próprias
formas gregas da expressão[16],
e já em Cícero ela em plena maturidade, se mostra à altura “de qualquer
esforço da inteligência humana, até os últimos degraus, que tocam o
infinito”[17].
A sua decomposição, porém, já
se
fazia ver a esse tempo de modo violento; o latim está a morrer quando o
Cristianismo o salva,[18]
o Cristianismo, que fundiu os três gênios que dividiam a Antiguidade, a
poesia do Oriente, a filosofia da Grécia e a ação de Roma[19].
Mas
“para que a arte cristã se manifestasse foi preciso que a paz fosse dada à
Igreja, que fosse permitido aos fiéis sair dos subterrâneos, mostrar-se à luz
do dia, adorar em
novos templos ao Deus desconhecido do
velho mundo”. É
o
que se deu no 4º século com a vitória de Constantino,[20]
e o instrumento da reforma do latim, da completa cristianização do latim, é a
primeira grande, imortal, incomparável obra de arte da fé católica,
a Bíblia, a Vulgata de
S. Jerônimo. É
por
isto que com tanto critério dizia Ozanam: “Tinham razão os nossos
antepassados cobrindo de ouro a Bíblia e carregando-a em triunfo; este,
primeiro dos livros antigos, é também o primeiro dos livros modernos; é, por
assim dizer, o autor destes mesmos livros, pois das suas páginas saíram todas
as línguas, toda a eloqüência, toda a poesia e toda a civilização dos novos
tempos”[21].
E
ao tempo dos últimos esforços de S. Jerônimo pode-se dizer que
a arte cristã, principalmente a poesia, ficava perfeitamente caracterizada,
tanto do ponto de vista do espírito,
que a anima, como das suas formas exteriores. Nela transparece um novo
simbolismo da natureza (que
já em Prudêncio é tão vivamente cristão)[22],
e não já da natureza envilecida, conspurcada pelos deuses imorais, mas da
natureza digna de admiração e respeito, restaurada também em Jesus Cristo[23].
Se,
como observa Hello, o sacrifício é a essência mesma da palavra, e a arte é
dividindo-se que se manifesta[24],
como não encontrar no Cristianismo o plano mais próprio ao seu
desenvolvimento?
É
certo que, fazendo-se mais popular, a arte, cristianizada, longo tempo conserva
um rude sabor e uma ingenuidade que só a rude gente, o povo ingênuo, podia
casar perfeitamente ao seu sentir. Mas, nessa mesma primitiva ingenuidade, nessa
mesma rudeza, criava, pouco a pouco, a verdadeira poesia do espírito, as lúcidas
arcangélicas asas com que Dante voará um dia do
Inferno ao Paraíso.
*
* *
“Se
no naufrágio do mundo antigo a civilização pôde salvar-se”, afirma um
escritor nosso contemporâneo e que nada tem de católico[25],
“devemo-lo
às ordens religiosas; foram a arca do futuro. Sem elas a humanidade talvez
sofresse irreparável regressão, todo o progresso adquirido ficaria aniquilado,
a história teria de ser recomeçada.
“Os
frades foram, então, em verdade, o sal da terra, o escol que trabalha pela espécie
e a dignifica. É fazer-lhes injustiça reduzi-los ao papel de escribas ou de
copistas, de bibliotecários da cristandade.
“Não
só os livros mas também os hábitos e as sementes da cultura nos foram
transmitidos pelos religiosos. Graças a eles as tradições não ficaram sendo
letra morta. As funções liberais, as aplicações da indústria não deixaram
de ser exercidas. Onde quer que houvesse frades, houve prescrição contra a
barbaria. As artes foram praticadas. Elevaram-se monumentos. A vida inteligente
não sofreu interrupção.”
Mudadas
as condições sociais do Ocidente, já no período que vai do fim do século
XIII ao meado do século XVIII, observa também o mesmo historiador, o que também
caracteriza a marcha da civilização é uma criação de novas ordens, o
aparecimento das duas grandes Ordens Mendicantes. “Contemporâneas das grandes
lutas empreendidas pelas Comunas para a conquista de suas liberdades, foram, a
seu modo, uma reação contra os costumes da Igreja feudal.”
Este
papel de Menores e Pregadores pode ser interpretado de diversos modos, e não
estamos de pleno acordo com o escritor citado, mas a verdade é que, como ele,
se pode dizer, sem medo de errar, que o caráter essencial dessa forma original
do monaquismo é a “ação popular”.
“Ajunte-se”,
diz
ainda Gillet,
“que
as Ordens Mendicantes suscitaram durante três séculos, através de toda a
Europa, um incalculável número de obras de arte, que são contemporâneas do
movimento intelectual de que saiu a Renascença, e que estiveram assim
associadas, numa medida ainda a precisar, a alguns dos mais graves
acontecimentos de nossa vida moral, que produziram multidão de legendas, de heróicas
ou poéticas figuras, a começar pelas de seus fundadores, S. Domingos e S.
Francisco, figuras que fazem parte das mais caras lembranças, do tesouro
espiritual conservado pela humanidade”, e poder-se-á avaliar quanto essas
Ordens merecem ser estudadas atualmente na sua história e nas suas legendas.
Também, confessa Gillet, os trabalhos modernos sobre o assunto “se
multiplicaram a ponto de não se poderem enumerar nem mesmo os principais”.
Deve-se
dizer, porém, que a maior causa deste reflorescimento de estudos de toda espécie
sobre o monaquismo ocidental daquele período é a figura incomparável de São
Francisco. Após a obra de Ozanam, nunca mais modernamente esmoreceu o ardor dos
estudiosos em derredor daquela figura central da poesia cristã no Ocidente.
Mas
ao debate provocado por Sabatier (um protestante) é que o grande santo deve o
ter sido proclamado na própria Alemanha “o homem do dia”.
Desse
debate não saiu, como se sabe, nem de leve ferida a excelsa glória do humílimo
Francisco. O próprio Sabatier veio a ser depois prova, de não pequena valia,
de quanto é difícil à ciência mais bem aparelhada negar seja o que for da
maravilhosa vida do Irmãozinho da cinza. E a complexa literatura franciscana
dos nossos dias, em que há de tudo, desde a delicadeza e a profundeza de um
Joergensen até as blasfêmias e truanices dos Gómez Carrillo e outros
cabotinos de renome, diz bem da glória de quem não mais desejou que refletir
Jesus Cristo, e por isto mesmo pode, caridosamente, ainda sustentar muita glória
legítima e muita glória de malandrins letrados e perversos.
Livros
como os de Joergensen, Cherancé, Pardo Bazan, d’Armestad, Lafenestre, Gillet
e tantos outros forçam, pelo menos, a esta confissão: não há figura histórica
em todo o Ocidente que tenha conseguido interessar tanto a inteligência
contemporânea como a do criador dos Frades Menores. Mas, se concordamos com
Gebhart que é diminuí-lo não querer ver, da sua grandeza, senão o que
suavemente se impõe do singular poeta e ingênuo apóstolo das “Fioretti”,
estamos convictos de que o que mais concorreu mesmo para sua moderna e contemporânea
popularidade (popularidade entre letrados, bem entendido, desde Gorres, Ozanam,
Renan, Rio até Wizewa, Joergensen etc.) foi o lirismo essencial da sua
evangelização, foi mais o piedosíssimo vulto de trovador popular do que a sua
figura de organizador, de economista da pobreza. Porque, se fora esta a feição
mais apreciada da sua vida, certo não merecerá ele mais louvores ou, pelo
menos, mais interesse que S. Domingos, máscula, gigantesca personalidade, de
cuja ação se pode afirmar que vale, só por si, como uma epopéia dessa
ordenadora energia cristã, eternamente em luta com as paixões e as misérias
do homem.
Mas
S. Domingos, como diz Gillet, que cito ainda por insuspeito, “não fez o Cântico
do Sol”. Não oferece essa inaudita mistura de sensibilidade e de paixão, de
otimismo e de ternura, de requintada aristocracia e espírito popular que faz de
S. Francisco —
posta
de lado a sua santidade (se isto é possível) —
o
mais maravilhoso poeta que jamais existiu.
Só
a conversão de um homem como Joergensen já é título de glória singularíssimo
na história moderna de um santo.
S.
Francisco tinha de ser o santo desta época. Deus sabe que armas e que homens
deve empregar a cada hora para reconduzir a criatura transviada ao seio da sua
Igreja.
(Revista
PERMANÊNCIA,
1981, novembro/dezembro, números 157/157.)
*
[1]
Este
estudo, que faz parte do ensaio Durval de Morais e os Poetas de Nossa
Senhora, é uma amostra das mais expressivas das virtudes
intelectuais de Jackson de Figueiredo.
[2]
L.
Veuillot, Mélanges, 3a. s., t.
III.
[3]
Abbé
A. Bayle, Étude sur Prudence, Paris, 1860
[4]
G.
Longhaye S.
J.,
Théorie des Belles-Lettres, Paris, 1920, p. 125.
[5]
Fabre
d’Olivet, Les vers dores de Phytagore, p. 31.
[6]
Abbé
A. Bayle, op. cit., 60.
[7]
Ernest
Hello, L’Homme, cap. “L’art antique et la litterature ancienne”,
14a. ed., p. 328.
[8]
Bayle,
op. cit., p. 20.
[9]
Bayle,
op. cit., p. 21.
[10]
Bayle,
op. cit., p. 21.
[11]
Bayle,
op. cit., p. 5.
[12]
Bayle,
op. cit., p. 13.
[13]
O
autor que venho citando, no seu livro sobre Prudêncio, não faz esta asserção,
mas eu próprio pude verificar das suas citações alguns edificantes
exemplos.
[14]
Ozanam,
op. cit., p. 125.
[15]
Ozanam,
op. cit., p. 127.
[16]
Ozanam,
op. cit., p. 127.
[17]
Ozanam,
op. cit., p. 129.
[18]
Ozanam,
op. cit., pp. 130-131.
[19]
Ozanam,
op. cit., p. 131.
[20]
V. Bayle, op. cit., p. 2.
[21]
Ozanam,
op. cit., p. 155.
[22]
Bayle, op. cit., p. 80.
[23]
Bayle, op. cit., pp. 82-83.
[24]
E. Hello, op. cit., livro III, p. 281: “Le son ne naît que pour
mourir, et ne se posséde que pour se donner.”
[25]
Louis
Gillet, Histoire Artistique des Ordres Mendiants, Paris, 1912.