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Category: Vaticano IIConteúdo sindicalizado

Falsas Lições sobre Gustavo Corção

 Dom Lourenço Fleichman OSB

 

Quando escrevi o prefácio ao livro O Pensamento de Dom Antônio de Castro Mayer, procurei denunciar a falsificação que seus sucessores e seus padres realizavam ao esconder e abandonar toda referência aos textos do grande bispo, com data a partir da década de 1970. Nesta época tornaram-se mais claras as causas dramáticas da crise da Igreja e por todo o mundo apareceram críticas mais severas ao Concílio Vaticano II e sua obra. LEIA A CONTINUAÇÃO
 

Resposta de D. Marcel Lefebvre ao Cardeal Ottaviani

[Nota da Permanência] Em sua entrevista ao site Dici.org, da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, Dom Bernard Fellay explicava alguns pontos da conversa com o Papa Bento XVI, de 29 de agosto passado: "Bento XVI assinalou que só há um modo de estar na Igreja Católica: é ter o espírito do Vaticano II interpretado à luz da Tradição, ou seja, na intenção dos padres do Concílio e segundo a letra dos textos. Esta é uma perspectiva que nos assusta muito... Em seguida, pensa o Soberano Pontífice, seria necessário para nós uma estrutura que nos convenha para o rito tradicional e para outras práticas exteriores - sem que nada nos proteja do espírito do Concílio, o qual deveríamos adotar". (www.dici.org, em 17/9/2005)
 
Estando nas vésperas do 40º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II (8/12/1965) pareceu-nos importante lhes trazer uma carta verdadeiramente profética, de Dom Marcel Lefebvre, enviada ao Cardeal Ottaviani, em 1966, quando este era pró-prefeito do Santo Ofício (que tornou-se mais tarde Congregação para a Doutrina da Fé) onde o autor descreve os frutos envenenados que se devia esperar do Concílio, "a mais grave tragédia jamais sofrida pela Igreja".
 
Seguindo os passos deste santo defensor da fé, parece-nos evidente que só há um meio de se manter dentro da Igreja Católica: é recusar o espírito do Concílio e trabalhar com todo o empenho para a difusão do Reino de Cristo-Rei e do Imaculado Coração de Maria.
 
(fonte: Boletim do Priorado Maria-Rainha, Mulhouse, França)

O Movimento Carismático

Abril 25, 2010 escrito por admin

 Artigo do jornal Si Si No No

Suas origens
 
Tudo começou com a participação de alguns católicos em assembléias de pentecostistas protestantes e com a recepção do “batismo do Espírito” por obra dos pentecostistas.
 

O acontecimento capital do século XX

Abril 18, 2010 escrito por admin

A perda da fé pela Hierarquia católica

Até bem pouco tempo as pessoas mais ou menos cultivadas, em geral, estimavam que o acontecimento capital do século XX fora a Revolução Russa, com a conseqüência da expansão mundial do comunismo. Mas depois da queda do Muro de Berlim (1989) e a dissolução auto-imposta da União Soviética, de um dia para outro o esquecimento desceu sobre o marxismo e sobre sua realização pratica. Então, que outro acontecimento? Poderia haver um mais importante do que as revoluções, as duas Guerras Mundiais, os genocídios, a chegada do homem à lua e outros acontecimentos e fenômenos terríveis e extraordinários do século que terminou?  Para nós há um acontecimento de extrema gravidade, capaz de suscitar a justa cólera de Deus em relação ao mundo: a perda da Fé por grande parte da hierarquia católica, que emergiu a partir do Concilio Ecumênico Vaticano II (1962–1965). Naturalmente nos referimos à fé tal como resulta dos documentos oficiais do Magistério atual.

A Protestantização do Concílio Vaticano II

 Conferência do Sr. Padre Franz SCHMIDBERGER
Simpósio de Teologia em Paris, outubro de 2005.

  
Nossa exposição divide-se em 4 partes:
 
1ª Resumo da posição protestante;
2ª Presença dos protestantes no Concílio Vaticano II;
3ª Influência protestante no espírito e nos documentos do Concílio;
4ª Escorço sobre o pós-Concílio e conclusão;

 

A Anti-Igreja

Quando foram distribuídos, entre os Padres Conciliares, os primeiros esquemas do II Concilio do Vaticano, interpelaram-me: - V. acha que, para isso, seria preciso reunir um Concílio? A razão da pergunta é que os esquemas não apresentavam nenhuma novidade.

Sermão de D. Tissier de Mallerais

O sermão transcrito abaixo foi dado em Ecône, no dia 27 de junho de 2002.  De grande força doutrinária, estas palavras tiram as consequências dolorosas mas reais de toda a destruição operada pelo Concílio Vaticano II, não somente nos atos e costumes da Igreja oficial, mas também nas mentalidades, nos corações de milhões de católicos espalhados pelo mundo e vivendo dentro dessas heresias e desses erros terríveis e acreditando que se deve obedecer a tais chefes.

Pela honra da Igreja

Palestra pronunciada em Viena, 29 de Setembro de 1975. Apesar da data, traz muitas luzes sobre nossa atitude, hoje, diante da crise da Igreja e sobre suas causas que procedem do espírito liberal, condenado pela Igreja.
 

Cartas do Concílio

Apresentação de Dom Lourenço Fleichman, OSB:
 
A revista Le Sel de la Terre, dos dominicanos franceses fiéis à Tradição acaba de publicar algumas das cartas que o Pe. Berto escreveu de Roma, durante o Concílio, às religiosas de Pontcalec, nas quais ele fala dos trabalhos nas sessões do Concílio e das angústias que ele sente diante do desastre que se anunciava eminente. Vamos expor alguns dados sobre o Pe. Berto e em seguida a tradução das cartas mais importantes.

A tradição contra o Concílio

O título de minha conferência é o mesmo de meu estudo de 1989, em que explico a “revolução” (o 1789 da Igreja, conforme a expressão do pe. Congar. O.P.) que os neo-modernistas quiseram empreender no Concílio “pastoral” dos papas Roncalli (João XXIII) e Montini (Paulo VI), entre 1960 e 1965, exatamente como um grande teólogo jesuíta, o card. Ludovico Billot, predissera a Pio XI em 1923: “não é preciso nem dizer que não conseguirão” , acrescentava o card. Billot, “mas veremos dias tão tristes quanto os dias finais do pontificado de Leão XIII e os iniciais do de Pio X”. Quando o papa Roncalli, pouco após sua eleição (outubro de 1958), anunciou subitamente a convocação de um Concílio Ecumênico (25 de maio de 1959), os neo-modernistas já estavam preparados (os piores inimigos da Igreja, no dizer do card. Billot, que conhecia bem suas intrigas).
 
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