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Category: Dom Lourenço Fleichman, OSBConteúdo sindicalizado

Dom Anjo Ferreira da Costa OSB

Dom Anjo Ferreira da Costa OSB

Apresentado por Dom Lourenço Fleichman OSB

 

A Espiritualidade dos movimentos católicos

SOBRE A ESPIRITUALIDADE DOS MOVIMENTOS CATÓLICOS

Dom Lourenço Fleichman OSB

Passei estes dias a reler coisas antigas, movido pela perplexidade diante da nossa condição humana. Não falo da conjuntura política, que já ultrapassou todos os limites da razão; não falo da economia nem da insegurança nacional.

Tenho pensado mais, nestes últimos dias, nos nossos movimentos católicos de defesa de uma civilização que já não existe mais, de defesa da Tradição.

Neste curto texto já amarelado pelo tempo, apesar do tempo e do amarelo do papel, brilha aquilo que até hoje 

29 de setembro - 40 anos da Permanência

29 de setembro  - 40 anos da Permanência

 Dom Lourenço Fleichman OSB

Paira ainda, em nossas Capelas, o perfume dos dias santos que vivemos desde quarta-feira passada, quando recebemos oito padres para as comemorações dos 40 anos da nossa Permanência. A idéia inicial era trazer os padres da Tradição, da resistência católica, que trabalham no Brasil. Acontece que o Padre Jean-Marc Nély, 2º assistente de Dom Bernard Fellay, da Fraternidade São Pio X, estava nessa época, fazendo uma viagem por todo o Distrito da América do Sul, em companhia do superior do Distrito, o Padre Bouchacourt. E eles aceitaram o convite de vir até o Rio de Janeiro e Niterói participar desse encontro.

Na aurora, as missas privadas

Sede-vacantistas

Para os que nunca ouviram esta expressão eu explico: são aqueles que afirmam que o papa não é papa. Não tem papa. A sede está vacante, ou seja, vazia. Esta tese baseia-se no fato de que a teologia católica não exclui a possibilidade de um papa perder o papado por pecado formal de heresia. Porém, isto que é uma possibilidade teológica, não pode ser afirmado categoricamente por ninguém neste mundo, pois também é doutrina católica que o papa só pode ser julgado pela Igreja, o que exige um outro papa legitimamente eleito, devidamente escolhido pelo Divino Espírito Santo.

O Natal do católico

Para nós, católicos, que procuramos viver neste mundo sem desmerecer o nome de Cristo, que procuramos guardar um mínimo de coerência e de fidelidade, quando não um sincero desejo de santidade, chegamos neste final de 2008 a mais um Natal. Para eles não.

Nós, católicos, que, ao levantar pela manhã, dobramos os joelhos e piedosamente fazemos o Sinal da Cruz e a oração da manhã; que durante o dia, entre conduções e cachações, tentamos rezar uma dezena do Terço ou, quem sabe, o Terço inteiro; nós que, ao regressar ao lar, antes de deitar, agradecemos por termos sobrevivido, por termos correspondido a alguma graça, e mesmo amado, de amor canhestro e sem jeito, nesses dias de Natal poderemos cantar com júbilo nosso Adeste Fidelis e nossa felicidade será pura e verdadeira. A deles não!

Pequeno manual do católico

A Missa e outras obrigações
 
O Santo Sacrifício da Missa
 
1) O que é a Missa?
A missa é o sacrifício da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo que se realiza sobre o altar.

Novo indulto para a Missa?

Muito se tem falado sobre um documento que o Papa Bento XVI já teria assinado, dando maiores liberdades à missa de S. Pio V em todo o mundo. Por enquanto não há confirmação oficial, logo não devemos tirar conclusões. Temos rezado nossos terços desde o mês de Agosto preparando o buquê espiritual que a Fraternidade São Pio X quer enviar ao Papa pedindo nesta intenção.

Primeiras impressões sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum

Como todos já sabem, o Papa Bento XVI num ato histórico, devolveu à missa de S. Pio V um lugar dentro da vida eclesial moderna. Não é ainda o lugar de direito, visto que ela é ainda considerada como "forma extraordiána" do rito Romano da Missa. Mas é, sem dúvida, um lugar de fato, que abre aos padres escrupulosos e que sofriam as pressões do episcopado para não celebrar a missa tridentina um caminho de liberdade que pode causar uma redescoberta do patrimônio litúrgico por milhares e milhares de fiéis.

O Discurso de Bento XVI em Ratisbone

Achei por bem apresentar uma análise do discurso que o Papa pronunciou aos acadêmicos de Ratisbone e que causou tanta violência. Lendo o texto percebi que Bento XVI foi severo sim, mas em relação aos cientistas e representantes em geral do mundo acadêmico. E fiquei feliz por não haver, até o momento, fundamentalistas entre os professores universitários. O Papa lhes dirigiu palavras certas e duras contra o materialismo agnóstico das ciências modernas, pregando não somente a necessidade de estudos científicos sobre a Religião, mas também a necessidade da fé dentro do contexto científico. Graças a Deus os senhores professores não agrediram o Papa, não queimaram igrejas, não assassinaram freiras, mesmo tendo sido criticados duramente nos seus dogmas cientificistas. Já imaginaram o que seria se ali mesmo se levantassem de dedo em riste, agressivos, violentos, querendo até mesmo matar o papa?

Filosofia - apresentação geral dos textos filosóficos

Nem todos os pensadores compreendem a diferença que existe entre a ciência do ser, natural e racional, e a ciência da fé. Entre a Filosofia e a Teologia. De  um modo geral as  pessoas que não têm a fé católica não entendem como pode uma ciência baseada no princípio de autoridade ter mais força e valor do que uma ciência que exige todas os recursos da inteligência e da vontade livre.
 
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