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Crise da Igreja (221)

A Essência do progressismo

 H. Le Caron

É inútil nos iludirmos. O que aconteceu depois do último Concílio prova que "o progressismo cristão", condenado pelos papas precedentes com diferentes qualificativos (L'Avenir por Gregório XVI; os "católicos liberais" por Pio IX; o "americanismo" por Leão XIII; o "modernismo" e o Sillon de Marc Sangnier por Pio X), terminou por intoxicar grande parte da Igreja, até os mais altos escalões.
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Assis, uma esperança?

Padre Yves Le Roux, FSSPX
 
Caros amigos e benfeitores,
 
“Eu não conheço este Homem!” A sorte está lançada; a negação, consumada.
 
Com vigorosas imprecações e juramentos, repudiou São Pedro ao Mestre. A voz da criada e as observações sarcásticas dos que o cercavam foram suficientes para vencer o amor demasiado humano de Pedro por Jesus. Por três vezes renovou o repudio e, quando enfim seus olhos fitaram os de Cristo, congelou-lhe o sangue nas veias. Ao longe, cantava o galo. Então recordou-se Pedro das palavras do Mestre e fugiu, chorando amargamente, entre arrependido e convertido.
 
“Eu não conheço este Homem!” Vai a sorte de novo ser lançada, vai-se consumar outra negação? Certamente. Pela terceira vez, o Papa convida à renovação da negação, que é o encontro de Assis.
 

A Renovação Carismática Católica

Pe. Scott Gardner, FSSPX

 

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.

Introdução:

  Batizados no "Espírito"

            "Batizado no Espírito", "Oração em Línguas", "O Dom da Profecia", e um "Relacionamento Pessoal com Jesus Cristo" são todas expressões muito em voga e indispensáveis no vocabulário da assim chamada "Renovação Carismática Católica" (RCC) , um movimento cujas origens se deve a um retiro sem nenhum acompanhamento realizado em 1967 por alguns estudantes da Universidade de Duquesne em Pittsburg (USA) . Por volta de 1990, o movimento já contava com cerca de 72 milhões de seguidores no mundo inteiro e organizações oficiais em mais de 120 países.
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Eucaristia e Liturgia

 Pe. Calmel O. P.

 Na Igreja Católica, a justificativa da liturgia se encontra na fé depositada nos sacramentos, em particular no sacramento da Eucaristia. Se fosse a Eucaristia desprovida da consistência sobrenatural que lhe consigna a fé imutável da Igreja, seria igualmente desprovida de realidade e de valor a liturgia. Daí, se quisermos chegar a alguma conclusão séria acerca da atual subversão do culto, devemos recordar os ensinamentos da Tradição e do Magistério sobre o sacramento do altar. Enunciam-se tais ensinamentos em quatro proposições: LEIA A CONTINUAÇÃO
 

Casamento nulo: será?

Casamento Nulo: Será?

Dom Lourenço Fleichman OSB

Uma questão que de vez em quando volta à tona e que reveste, diante da crise da Igreja, um aspecto de grave importância é a questão dos casamentos nulos e o modo como os padres da Tradição, marginalizados pelo Vaticano, devem tratá-lo.
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Os Tribunais de Anulação Matrimonial

OS TRIBUNAIS DE ANULAÇÃO MATRIMONIAL

Apresentamos o artigo publicado no Boletim da Fraternidade São Pio X, dos EUA, pelo seu Superior do Distrito, Pe. Scott, explicando as razões graves para a Fraternidade manter Tribunais para analisar os casos de nulidade de casamento.

A Legitimidade e o Estatuto dos nossos Tribunais

Diante dos ataques injustos e absurdos que a Fraternidade São Pio X tem recebido em certos meios, publicamos já há algum tempo, dois artigos explicando porque a existência de tribunais para julgar casos de nulidade de casamento não constitui usurpação de direitos ou ato cismático. Acreditamos que esses dois artigos são suficientes para esclarecer as almas que não se movam pela má-fé. Porém, para os que têm capacidades teológicas mais apuradas, publicamos hoje esta conferência de dom Tissier de Mallerais que analisa os detalhes canônicos de tais tribunais.

Sugerimos a prévia leitura da Encíclica de Pio XI sobre o matrimônio católico, Casti Conubii, de Pio XI

A Legitimidade e o Status dos nossos Tribunais

Dom Bernard Tissier de Mallerais, FSSPX

Conferência dada em 25 de Agosto de 1998
no Seminário de Direito Canônico em Ecône, Suiça.

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Conservadores ou Católicos?

Dom Lourenço Fleichman OSB

 A crise da Igreja trouxe para a nossa sociedade matizes religiosos diferentes e supreendentes. Por si só, a multiplicação dos estudos e o conseqüente aumento do conhecimento do objeto material da fé, gera discussão, análise, grupos mais ou menos coesos e diversidade de opiniões. Estas se formam tanto em relação aos objetos questionáveis da Religião, como também, em muitos casos, quanto ao que a Religião tem de inquestionável, definido e eterno.

Por exemplo: discute-se se é pecado ou não uma atitude, um comportamento. Ouvir tal música, ou vestir tal roupa. Assuntos controvertidos, sujeitos a argumentos a favor ou contra, logo, sujeito a opiniões. Mas discute-se também sobre o Concílio Vaticano II e nossa adesão a ele, matéria relativa à fé, onde os critérios já serão dogmáticos e, na sua argumentação mesma, tenderão a posições definidas, certas ou erradas. Isso faz parte da vida católica, sem dúvida, e poderia ser saudável.

Mas ocorre freqüentemente das opiniões livres serem vistas como dogmas e, ao contrário, os dogmas serem discutidos como sujeitos a opiniões. Leia mais

Em defesa da Fraternidade São Pio X

Dom Lourenço Fleichman OSB

O Fratres in unum tirou a máscara. Já há muito que se percebia um apoio constante aos "conservadores" ligados à Ecclesia Dei, enquanto que a Fraternidade São Pio X, que eles diziam apoiar, só aparecia ali quando alguma entrevista para os jornais, por si mesmas mais superficiais e amenas, levava os seus superiores a evitar críticas ao papa ou aos bispos. Mas um Superior de Distrito da Fraternidade não escreve um Comunicado da gravidade daquele publicado no site do distrito francês, como se falasse a jornalistas. É evidente. Qualquer superior militar sabe distinguir entre um aviso aos jornais e um comunicado aos seus soldados. Nada mais natural do que um chefe do combate espiritual dessa guerra que travamos, assim proceda. Não existe nisso contradição.

O texto publicado contra a Fraternidade São Pio X no Fratres in unum é um panfleto maldoso, cheio de erros de interpretação, de erros de tradução, de má fé. Seu autor, não podendo encontrar respostas ao grito de Fé do padre de Cacqueray, apela para um artigo de 2008, de outro padre, em contexto completamente diferente, e que, mesmo assim, é analisado de modo a induzir em erro seus leitores.
Pessoalmente, sempre achei que a situação atual, mesmo sendo necessária, induzia muitos a um erro de avaliação, ao julgarem que a ida da Fraternidade a Roma para as discussões teológicas significaria uma adesão desta à reforma da reforma trabalhada por Bento XVI. Bastou um ato mais forte do papa na direção dos erros do ecumenismo para essa gente dar gritinhos escandalizados, não com o gritante erro dos chefes, mas com a reação saudável dos filhos que não podem aceitar a nudez do pai. Aos que preferem rir-se da nudez do papa, embrigado de ecumenismo naturalista, só nos resta aquela condenação de Noé convertido, depois que passou o efeito do vinho: "Maldito seja Canaã!" (Gênesis, 9, 25) Para restabelecer a justiça gravemente ferida pelo Fratres in unum, publicamos aqui as pungentes palavras do padre de Cacqueray a seus padres e a seus féis franceses. Que elas sirvam de alerta para nossos leitores e amigos. A tradução é da Permanência. Leia a continuação

A Fraternidade São Pio X e os Esotéricos

 

Como foi difundido na internet que os quatro bispos da Fraternidade São Pio X teriam sido levados ao seminário por um esotérico islâmico, chamado Rama Coomaraswamy, discípulo de Frithjof Schuon, damos aqui os esclarecimentos devidos, que não deixam sombra de dúvidas.
 
A Fraternidade S. Pio X e os esotéricos 
 
Não é a primeira vez que o Olavo de Carvalho dirige elogios à nossa Permanência, o que muito nos honra. Repetiu-se o fato, recentemente, numa de suas emissões pela internet ao declarar equivocadamente, que o prof. Antônio Araújo, que mantém o blog do Angueth (http://angueth.blogspot.com/) pertence ao nosso movimento. O próprio autor citado tratou de esclarecer, com o texto "Quem sou eu", de 10/6, que não é assim, apesar dos pontos em comum que encontramos no combate. Acontece que em sua emissão de áudio, Olavo voltou a afirmar certos relacionamentos entre autores esotéricos e islâmicos e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Como a coisa ganhou certa importância, pareceu-me necessário esclarecer alguns pontos do debate. Mesmo não sendo da Fraternidade S. Pio X, convivi e convivo ainda hoje com os padres e com os bispos desta instituição católica. Dois dos padres tradicionais saídos da Permanência foram ordenados por Mons. Lefebvre (Dom Tomás de Aquino e eu mesmo). Os outros seis foram ordenados pelos bispos sagrados por Mons Lefebvre. Além disso, a Permanência está engajada neste combate há quarenta anos, tendo certa experiência no assunto. Por isso tudo, sinto-me à vontade para trazer a público as seguintes correções:
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