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Apologética (35)

O dever de resistir

Julho 26, 2009 escrito por admin

Desenvolvimento ou contradições?
Ao Católico convenientemente informado, e com mais forte razão ao sacerdote, ao religioso, impõe-se hoje a escolha seguinte: ou resistir à nova corrente eclesial e então ser taxado de rebelião à autoridade ou, adaptando-se a esta orientação negar ipso facto a infalibilidade da Igreja, que até o Vaticano II em lugar de "guardar, transmitir e explicar fielmente o depósito da Fé" (Primeiro Concílio do Vaticano) teria durante um tão grande número de séculos ignorado, errado e jurado, sem saber o que ela devia crer" (São Vicente de Lérins, "Commonitorium").

Amor à verdade, ódio ao erro

Julho 22, 2009 escrito por admin

Sob este título, publicamos aqui a intervenção feita pelo revm. Pe. Pierre Marie, diretor da revista francesa, Le sel de la terre (Convento de La Haye – aux – Bonshommes F. 49.240, Avrillé), por ocasião do congresso comemorativo do 10° aniversário de morte do Pe. Francisco Putti e do 20° da fundação do Si Si No No. 

A Igreja é dona da verdade

Muitas vezes vemos estampada em revistas da revolução dita “progressista” esta sentença: “A Igreja não é dona da verdade”, com a qual, quem a enuncia demonstra uma secreta vergonha de pertencer a uma Igreja de vinte séculos que ainda acredita em coisas que o mundo moderno julga inacreditáveis; ou então pensa estar fazendo um gesto de apreciável humildade quando reconhece as manchas e as rugas de tão antiga instituição. Outros sentimentos ainda menos nobres poderão ditar a mesma sentença. Cardeais, arcebispos, bispos, padres e leigos dizem “que a Igreja não é dona da verdade” dentro de uma faixa de intenções que se estende do simples respeito humano até o repúdio apóstata.

Pode-se transigir em religião?

 

O tema que me foi dado, nesta série de conferências, é o da transigência ou dos limites de tolerância em matéria religiosa. Antes porém de aplicá-lo à religião, creio que será útil esclarecer o próprio conceito de tolerância ou transigência, porque, pelo que tenho ouvido, muita gente atribui a esses vocábulos um sentido absoluto e simplificado. A maioria das pessoas, ou melhor, a maioria dos brasileiros, considera a tolerância uma virtude moral, e às vezes a maior das virtudes. Diz-se que Fulano de Tal é tolerante, em tom de elogio, como se diz de outro que é honesto, justo ou temperante. E acusa-se Cicrano de intolerante em tom repreensivo, como se diz de alguém que é injusto ou desonesto.
 

Pilatos

Encaminha-se de casa de Caifás toda a multidão, juízes e servos, arrastando a Jesus para o pretório de Pôncio Pilatos, governador romano. Ao sair de Efraim tinha dito Nosso Senhor: “Vamo-nos a Jerusalém, onde o Filho do Homem tem de ser entregue aos chefes sacerdotes e aos doutores da Lei, que o hão de condenar à morte, e desampará-lo aos pagãos”. Alumiando todos os pormenores deste suplício hediondo, como se nos desvenda a majestade divina à luz das profecias?

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